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uma realidade. Cidades como São Joaquim da Barra, Ituverava e Pedregulho são alguns exemplos.
Obviamente com o aumento das empresas, o número de oferta de trabalho também tem mostrado um crescimento. Dados do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), de julho deste ano, demonstram a geração de 203.218 postos de trabalho, o que corresponde a um crescimento de 0,67% em relação ao estoque de emprego do mês anterior. Este é o maior saldo da série histórica do Cadastro para o período.
Historicamente, no mês de julho, verifica-se que a geração de empregos desacelera em relação ao mês de junho, indiferente deste ano que foi superior ao número de empregos gerados em julho de 2007, mais 126.992 postos de trabalho. Na planilha do CAGED de 10 anos atrás o segmento formal do mercado de trabalho apresentava queda de -0,10% em julho.
Segundo o diretor-regional do Ministério do Trabalho, Jamil Leonardi, as opções de trabalho que têm apresentado maior crescimento na região são nos setores agropecuários. "Por estarmos no período da entressafra já era esperado este aumento", disse.
O que não era estimado é que outros setores também aparecessem na lista. Em segundo lugar estão as áreas industriais e atividades de serviço, como por exemplo, cabeleireiro, pedreiro, eletricista. "O setor comercial também contratou muito. Construção civil aumentou mais na cidade de Franca, mas também se reflete nos municípios da região, principalmente em relação ao crescimento no setor formal - assalariados com carteira de trabalho assinada", comenta Jamil.
Setor manufatureiro: Segundo dados do Ministério do Trabalho e do Emprego, no Brasil, de 2000 a 2005, 58% dos novos empregos nas manufaturas ocorreram em pequenas cidades, em que a maioria das pequenas e médias empresas são informais.
A maioria do crescimento do emprego no setor de manufaturados ocorreu em municípios com menos de 100 mil habitantes. Segundo aponta pesquisa do Instituto de Pesquisas Econômicas Avançadas, 766.906 novos trabalhadores foram registrados. |
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